Contação de Histórias MCI | As Aventuras de Lyllin, com Jhennifer Willys
Sobre o Evento
As inscrições serão realizadas de 17 a 24 de janeiro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).
No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.
Na primeira edição do Programa Contação de Histórias MCI em 2026, Jhennifer Willys (afro-indígena Tikuna e Kokama) traz “As Aventuras de Lillyn”, uma menina afro-indígena curiosa, faladeira e cheia de sonhos, no coração da floresta Amazônica.
Sobre a obra “As Aventuras de Lillyn”
Diferente de todos ao seu redor, Lillyn nasceu com dois espíritos e sente que tem uma grande missão: aprender com a natureza, ouvir as árvores, conversar com os animais e descobrir os segredos que a floresta esconde. Entre noites mágicas ao redor da fogueira, histórias de encantados e aventuras em meio a rios e sementes, ela busca respostas para suas infinitas perguntas. Um dia, tudo muda e Lillyn descobre que a floresta poderia conversar com ela de outra forma. A obra é uma celebração da imaginação, da sabedoria ancestral e da força transformadora da curiosidade.
Autora: Jhennifer Willys
Ilustrações: Pupa
Editora: Emó
Edição: 1ª – 2025
Gênero: infantojuvenil
Páginas: 40
Sobre Jhennifer Willys
De origem afro-indígena (etnias Tikuna e Kokama), nasceu em Tefé (AM), às margens do maior rio do planeta e em meio a maior floresta tropical do mundo. Artista multidisciplinar que tem transformado o cenário cultural brasileiro, manifesta-se em múltiplas expressões – literatura infantojuvenil, conto de histórias, música, dança, pintura, escultura, moda e gastronomia – carregando consigo a força ancestral do rio Solimões. Faz uso de sua criatividade para gerar representatividade, fomentar o diálogo sobre diversidade e celebrar a ancestralidade, refletindo e amplificando vozes importantes, construindo pontes e inspirando a todos a verem a beleza na pluralidade. Atualmente, é artista-educadora no Sesc Santana; contadora de histórias e mediadora de leituras pela Passarinho me contou; promove acesso de crianças das periferias aos equipamentos por meio da música com o grupo FESTERÊ; realiza ações de etnoturismo social; além de atuar como atriz e modelo em campanhas publicitárias.
Sobre o Programa de Contação de Histórias MCI
Criado em 2024, é um programa mensal para crianças e suas famílias com foco nos saberes dos povos originários e na possibilidade de experiências de interação e compreensão da diferença. Promove a valorização da pluralidade de vozes e vivências, a partir do compartilhamento de narrativas sobre os modos de viver, estar e cuidar do mundo pela perspectiva de diferentes povos indígenas.
Em dois anos de realização, trouxeram suas histórias:
- Lilly Baniwa;
- Luã Apyká
- Naktamanãã Kuparaka
- Dario Machado, Gerolino Cézar e Ranulfo Camilo
- Kuenan Tikuna;
- Djagwa Ka’agwy Kara’i Tukumbó;
- Cristino Wapichana;
- Énh xym Akroá Gamella;
- Coletivo Kanewí (Júlia Maynã e Awassury Fulkaxó);
- Sônia Ara Mirim e Natalício Karaí de Souza;
- Tserenhõ’õ Tseredzawê;
- Xipu Puri e Abi Poty;
- Wera Xuru;
- Elzeni Kaimbé;
- Siriani Huni Kuin;
- Ediele Pankararu e Ynaiê Máximo;
- Cristine Takuá, Maria Ara Poty, Sônia Ara Mirim e Tamikuã Txihi;
- Lucia Benite;
- Mulheres Waurá das aldeias Piulewene e Ulupuwene;
- Dani Mara;
- Tsinaki Ashaninka;
- Maria Lídia e José Pankararu;
- Olivio Jekupé;
- Yndyan Fulkaxo, Michele Saints, Upya Pankararu, Txayane Fulni-ô, Laís Santos, Simone Pankararu e Júlia Maynã.
Observações:
- 30 (trinta) vagas;
- as inscrições serão realizadas de 17 a 24 de janeiro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
- ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
- apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.



