Dia Nacional da Consciência Indígena | Aýmbêre Vive
Sobre o Evento
As inscrições serão realizadas de 17 a 24 de janeiro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).
No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.
Para celebrar o Dia Nacional da Consciência Indígena (data que marca a morte do guerreiro Moru’yxába’assu Aýmbêre Tupinambá, em 20 de janeiro de 1567), o MCI traz Jennyffer Bransfor (Tupinambá) para uma conversa com o público sobre manter viva a memória da luta, que a história oficial muitas vezes tentou apagar. Recordar essa história é um ato político de reafirmação da identidade e da existência contínua dos Tupinambá.
“Aýmbêre Vive” é um lema que celebra a vida, a consciência indígena, o território e a política da memória do povo Tupinambá, prestando homenagem ao guerreiro Aýmbêre, líder histórico da resistência contra a colonização portuguesa no século XVI. A expressão encapsula a ideia de que a luta dos ancestrais persiste no presente, com os descendentes sustentando viva a conexão com sua terra e história, rejeitando o apagamento étnico e cultural.
Sobre o Dia Nacional da Consciência Indígena
A celebração do Dia dos Povos Indígenas em 19 de abril acontece no Brasil desde 1944, seguindo um calendário internacional. Contudo, vários grupos indígenas preferem marcar o dia 20 de janeiro como o Dia da Consciência Indígena, em data que se tornou oficial em 2013, após uma mobilização dos povos da Aldeia Marakanã, no Rio de Janeiro. Ela marca a morte do guerreiro Moru’yxába’assu Aýmbêre Tupinambá (1567), liderança da Confederação dos Tamoios, na Batalha de Uruçumirim, sendo esta uma união entre os povos originários de Pindorama contra os invasores portugueses.
Sobre Jennyffer Bransfor
Também conhecida como Bekoy Tupinambá, nascida na região que viria a ser reconhecida como território oficial dos Tupinambás, em Olivença (BA), é estrategista em comunicação e marketing de performance, ativista no enfrentamento ao abuso sexual infantil e cofundadora da BND Digital, primeira agência de marketing social digital fundada por mulheres indígenas no mundo, reconhecida também como a primeira a conduzir o processo de repatriação de um artefato indígena. Sua atuação nasce do encontro entre ancestralidade e inovação: e a prática estratégica de usar o digital como espaço de disputa, performance e transformação social.
Observações:
- 30 (trinta) vagas;
- as inscrições serão realizadas de 17 a 24 de janeiro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
- ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
- apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.



