Aniversário de São Paulo | (Re)Existências Indígenas na Dinâmica Cotidiana de uma Metrópole
Sobre o Evento
As inscrições serão realizadas de 18 a 25 de janeiro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).
No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.
No dia em que o município de São Paulo completa 472 anos, o MCI promoverá uma roda de conversa a fim de refletir sobre o território anterior ao que conhecemos e sobre a reapropriação social dos espaços. De maneira a explorar conflitos e contradições que envolvem a constituição e a dinâmica cotidiana, o bate-papo com Akayse Fulni-ô (Fulni-ô) e Kerexu Mirin (Guarani Mbya), mediado por Emerson Baré Puranga (Baré), pretende levar em consideração a história de ocupação e resistência dos povos originários, que vivem em um “ontem” de colonização e conflitos por terra e um “hoje” de luta pela demarcação plena, (re)existência cultural na metrópole e desafios urbanos.
Sobre Akayse Fulni-ô
Artesã, educadora, agente cultural e liderança indígena, com experiência na realização de palestras, oficinas e rodas de conversa voltadas à valorização dos saberes tradicionais e à defesa dos direitos dos povos indígenas. Atua em projetos que promovem a visibilidade dos indígenas em contexto urbano, a preservação ambiental e a garantia dos direitos territoriais, com foco especial em educação inclusiva, saúde indígena e fortalecimento da participação social. É conselheira no Conselho Estadual dos Povos Indígenas de São Paulo (CEPISP), contribuindo para a articulação de políticas públicas voltadas às demandas das comunidades indígenas no estado, e integrante da Comissão de Indígenas em Contexto Urbano.
Sobre Kerexu Mirin
Escritora e educadora indígena, nascida na Aldeia Krukutu, no Território Indígena Tenondé Porã (São Paulo – SP). Acadêmica da Licenciatura Intercultural Indígena (LINDI), pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), atua na educação escolar indígena e nas reflexões sobre território, memória, resistência dos povos originários e suas presenças vivas nos espaços urbanos.
Sobre Emerson Baré Puranga (mediação)
Indígena, natural da Terra Indígena Alto Rio Negro, em São Gabriel da Cachoeira (AM). Estudante do Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROFLLIND-MN/UFRJ); e graduado em Pedagogia, pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Na UFRJ, é membro do Coletivo de Estudantes Indígenas (CEI), da Associação de Pós-graduandos (APG), do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e representante discente do PROFLLIND-MN; também integra a Articulação de Políticas Indígenas e Quilombolas (APIQ) e o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI). Atualmente, é Mestre de Saberes no Museu das Culturas Indígenas.bidas possibilitam que o espectador conheça diferentes cinematografias, narrativas, estéticas e culturas.
Observações:
- 30 (trinta) vagas;
- as inscrições serão realizadas de 18 a 25 de janeiro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
- ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
- apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.



