Dia Internacional da Língua Materna
Sobre o Evento
ATIVIDADE VIRTUAL E GRATUITA, SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO.
Para o Dia Internacional da Língua Materna, o MCI recebe em seu canal de YouTube a convidada Altaci Corrêa Rubim (Tataiya Kokama). Uma oportunidade significativa para refletir sobre conquistas, renovar compromissos e enfatizar o papel fundamental da preservação da linguagem na salvaguarda da herança cultural, na melhoria dos resultados educacionais e na criação de sociedades mais pacíficas e sustentáveis. Ao mesmo tempo, a fala de Altaci chama a atenção para a urgência de acelerar o progresso na diversidade linguística a fim de construir um mundo mais inclusivo até 2030.
Sobre Altaci Corrêa Rubim (Tataiya Kokama)
Doutora em Linguística, pela Universidade de Brasília (UnB); Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia, pelo Programa de Pós-Graduação Sociedade e Cultura na Amazonia da Universidade Federal do Amazonas (PPGSA/UFAM); tem o Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND), oferecido pelo Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (MN/UFRJ); graduada em Normal Superior, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), e em Pedagogia, pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI). Copresidente do Grupo de Trabalho da Força Tarefa Global para a Década Internacional das Línguas Indígenas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (DILI-UNESCO); delegada brasileira junto ao Conselho Consultivo do Instituto Ibero-Americano de Línguas Indígenas (IIALI); e membro suplente do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT). Foi Coordenadora-Geral de Articulação de Políticas Educacionais Indígenas no Ministério dos Povos Indígenas; chefe da Gerência de Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação (SEMED) da Prefeitura Municipal de Manaus; e integrou a equipe do Ministério dos Povos Indígenas, na Secretaria Nacional de Articulação e Promoção de Direitos Indígenas – Coordenação-Geral de Articulação de Políticas Educacionais Indígenas (MPI-SNAPDI-CGAPEI) como Coordenadora de Promoção à Política Linguística (CPPL). Atua nas áreas de educação indígena, política linguística, identidade étnica, mapeamento de línguas indígenas e elaboração de material didático em línguas originárias. Atualmente, é docente e pesquisadora do Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (LIP) do Instituto de Letras da UnB (sendo a primeira professora indígena da instituição); professora/pesquisadora do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia (PNCSA/UEA); e professora visitante da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Sobre o Dia Internacional da Língua Materna
Instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1999, e formalmente reconhecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), em 2002, como forma de preservar as diferenças entre idiomas e promover a conscientização sobre a diversidade linguística e cultural e o multilinguismo. A data, 21 de fevereiro, corresponde ao dia em que estudantes paquistaneses organizaram uma campanha (Movimento da Língua) para incluir o bengalês como uma das línguas oficiais do país, em 1952.
Sobre a Década Internacional das Línguas Indígenas (DILI)
Celebração organizada pelas Nações Unidas e liderada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para o período entre 2022 e 2032, com o objetivo de chamar a atenção para a situação crítica de muitas línguas indígenas em todo o mundo e mobilizar diferentes instituições, grupos e pessoas – bem como recursos para sua preservação, revitalização e promoção – para adotar medidas imediatas de salvaguarda. Seu lançamento oficial em território brasileiro se deu em outubro de 2022, a partir da exposição ‘Nhe’é Porã: Memória e Transformação’, sobre línguas indígenas faladas no Brasil, no Museu da Língua Portuguesa (MLP), assim como o evento remoto do Grupo de Trabalho Nacional da DILI, que envolveram indígenas de todo o país naquele ano.
Observações:
- atividade virtual e gratuita, sem necessidade de inscrição.



