Língua Guarani como Patrimônio Imaterial de São Paulo
Libras
Sobre o Evento
No formato virtual, atividade gratuita e sem necessidade de inscrição.
No formato presencial, com inscrições realizadas de 18 a 25 de abril ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).
No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.
Desde 2025, o Museu das Culturas Indígenas, em uma ação conjunta com lideranças indígenas e o Conselho Aty Mirim, conduz um movimento histórico: o reconhecimento da Língua Guarani como Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo. Com o apoio fundamental de mais de 5 mil pessoas que subscreveram nossa petição e amparado pelas diretrizes do Plano Estadual de Cultura dos Povos Indígenas (PECPI), estamos prontos para o próximo passo: avançar nessa reivindicação protocolando formalmente este pedido junto ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT).
O MCI promove um encontro estratégico, realizado no formato híbrido, com a parte presencial no museu e a virtual transmitida no YouTube do MCI, entre detentores do saber, pesquisadores do Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas coordenado pelo Museu da Língua Portuguesa (MLP) e o Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP), além de representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e do próprio CONDEPHAAT. O objetivo é amadurecer um plano de preservação que assegure os direitos linguísticos e a diversidade cultural dos territórios paulistas.
Compareça e participe desta construção coletiva!
Sobre o Museu das Culturas Indígenas (MCI)
Nasceu com o propósito de articular, pesquisar e comunicar as histórias de resistência e a produção intelectual, artística e tecnológica dos povos originários. Mais do que um espaço de guarda, o MCI consolida-se como uma instituição museológica dialógica e participativa, onde a memória da ancestralidade permite o compartilhamento de saberes, filosofias e artes. Inaugurado em 2022, o museu é um equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo (SCEIC-SP), gerido pela Organização Social de Cultura Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari), rompendo paradigmas através de uma gestão compartilhada com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim. Este modelo garante o protagonismo direto de representantes dos povos Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal, transformando o museu em um espaço pulsante de troca e salvaguarda.
Sobre o Conselho Indígena Aty Mirim
Instância responsável pela construção de mecanismos de escuta, consulta e formulação de uma agenda propositiva, comprometida com os direitos originários e com a consolidação da co-gestão indígena do MCI. Sua atuação abrange projetos cosmopolíticos nas áreas de educação, memória, patrimônio e artes, sempre em consonância com as lutas e a diversidade dos povos indígenas. O grupo é composto por representantes de diversas etnias – Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal – que trazem o contexto de diferentes territórios do Estado de São Paulo:
- Grande São Paulo: Comunidade Pankararu do Real Parque, Terra Indígena Jaraguá (Tekoas Pyau, Itakupe, Itawerá, Ytu e Yvy Porã) e Terra Indígena Tenondé Porã, na capital; e Reserva Indígena – Aldeia Multiétnica Filhos Desta Terra (Guarulhos);
- Litoral Norte: Aldeia Rio Bonito e Terra Indígena Renascer (Ubatuba); e Tekoa Rio Silveira (Bertioga/São Sebastião);
- Litoral Sul: Aldeia Nhamandu Oua (Itanhaém); Aldeia Nhanderu Pó – Terra Indígena Aguapeú (Mongaguá); e Aldeia Tapirema – Terra Indígena Piaçaguera e Terra Indígena Bananal (Peruíbe);
- Oeste e Sudoeste Paulista: Terra Indígena Araribá (Aldeias Ekeruá, Kopenoti, Nimuendaju e Tereguá); Terra Indígena Icatu (Braúna); e Terra Indígena Vanuíre (Arco-Íris); e
- Vale do Ribeira: Aldeia Itapu Mirim (Registro); Aldeia Itapuã (Iguape); e Tekoa Takuari (Eldorado).
Observações:
- no formato virtual, atividade gratuita, sem necessidade de inscrição;
- no formato presencial, 30 (trinta) vagas, com inscrições realizadas de 18 a 25 de abril ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
- ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
- apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.



