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Big Band do GURI de São Paulo na Casa Museu Ema Klabin
Sobre o Evento
Grupo instrumental surgido nos Estados Unidos da América, evoluindo de pequenos conjuntos de jazz para orquestras de 12 a 25 pessoas pela necessidade de produzir um som potente em grandes salões de dança. Diferente do jazz tradicional, utilizam composições ou arranjos escritos e improvisos mais restritos com solos individuais ou diálogos. Podem ter instrumentos de sopro, como madeiras: flauta, clarinete e saxofones; metais: trompete e trombone; e uma seção responsável pela base rítmica e harmônica com piano, bateria, percussão, contrabaixo e guitarra. Com toda sua energia, pode também interpretar a música popular brasileira e diversos outros gêneros. A Big Band do GURI de São Paulo foi criada em 2013 e já se apresentou com nomes importantes da música nacional, como André Marques e o Grupo Pau Brasil. Recebeu regentes como Paulo Tiné, Giba Pinto, Paula Valente e Daniel Filho.
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VOZES DO TEMPO: O CLÁSSICO E O INÉDITO
CHICO BUARQUE (1944-)
O Que Será [arr. Paulo Serau]
CLEONICE CASALUNGA/EDSON TRINDADE
Lábios de Mel [arr. Daniel Filho] [Estreia mundial, 2026]
FABIO LEAL (1979-)
Amarelinho [Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
DJAVAN (1949-)
Nuvem Negra [arr. Daniel Filho]
JOYCE MORENO (1948-) / LÉA FREIRE (1957-)
Samba de Mulher [arr. Luísa Mitre] [Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
JAMIL JOANES (1977-)
Mr. Funky Samba [arr. Daniel Filho] [Estreia mundial, 2026]
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A Big Band do GURI de São Paulo tem patrocínio master de Bank Of America e Verzani & Sandrini, patrocínio prata de Chiesi e Athie Wohnrath, apoio cultural de Ibiúna Investimentos. Realização: Santa Marcelina Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – Do lado do povo brasileiro.








