Férias na TAVA | Oficina de Esculturas de Bichinhos em Argila
Sobre o Evento
As inscrições serão realizadas de 16 a 23 de julho ou esgotamento das vagas de cada horário (o que acontecer primeiro).
- MANHÃ, das 10h às 12h – 30 vagas (https://www.sympla.com.br/evento/oficina-de-esculturas-de-bichinhos-em-argila-manha/3474572);
- TARDE, das 14h às 16h – 30 vagas (https://www.sympla.com.br/evento/oficina-de-esculturas-de-bichinhos-em-argila-tarde/3474607).
No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.
Os animais anunciam as mudanças de tempo, dispersam sementes, cuidam das matas e tecem as teias invisíveis que mantêm o planeta vivo. Trazer a sensibilidade e a urgência dessas vidas para o contexto urbano de São Paulo é o coração deste encontro. Em 23 de julho, o MCI realiza o Férias na TAVA | Oficina de Esculturas de Bichinhos em Argila, uma experiência imersiva de criação e escuta atenta conduzida pelos Mestres de Saberes Yriwana Teluira Karajá e Xipu Puri.
Entre a terra úmida, a memória e a imaginação, o público é convidado a modelar e celebrar a rica biodiversidade da Mata Atlântica e do Cerrado. A atividade cruza a expressão artística com a consciência ecológica, resgata os cantos, as brincadeiras e os grafismos do povo Iny Mahãdu (nascidos no coração do Cerrado, na Ilha do Bananal) e a pluralidade histórica, literária e visual do povo Puri (originário da Mata Atlântica mineira).
A oficina é aberta a todos. Para que a experiência motora seja plenamente aproveitada, sugerimos a participação de crianças a partir de 5 ou 6 anos, obrigatoriamente acompanhadas por seus responsáveis. Para jovens e adultos, o encontro se desenha como um potente espaço de pausa e enriquecimento histórico-cultural.
Sobre Yriwana Teluira Karajá
Indígena da etnia Iny Mahãdu (povo do rio), nascido na Aldeia Hãwalò, na Ilha do Bananal (maior ilha fluvial do planeta), banhada pelo rio Berohoky (nome dado ao Rio Araguaia na língua Iny Rybè, falada pelo povo Iny, significando “caminho” ou o “grande rio”), na divisa do Tocantins com o estado de Mato Grosso, região de Cerrado. Tem profunda conexão com os grafismos, brincadeiras e cantos de seu povo. Atualmente, vivendo em contexto urbano no município de São Paulo, faz parte da equipe do Núcleo de Ações Educativas do Museu das Culturas Indígenas como Mestre dos Saberes.
Sobre Xipu Puri
Xipu Puri é Historiador, Mestre em Letras pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e pós-graduando em Arte: Crítica e Curadoria pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Suas produções artísticas compreendem diversos tipos de linguagem e suas obras transitam, sobretudo, pela literatura, música, artes visuais e o teatro. Nascido no interior de Minas Gerais, região de Mata Atlântica, migrou-se para São Paulo, onde atua como consultor, desenvolve projetos pela MIRIPONAN e integra o Núcleo de Ações Educativas do Museu das Culturas Indígenas como Mestres de Saberes.as não são fugas, mas buscas ativas pela “Terra Sem Mal” (um lugar de perfeição e equilíbrio). Nessa caminhada, cada novo território é uma oportunidade de recriar tradições, transformando a sobrevivência em uma forma de arte. A diferença entre os Mbya e outros grupos não está apenas no que dizem, mas no que fazem: no ritmo único de seus cantos, no grafismo de seus adornos e na forma como cada gesto cotidiano é um ritual de reciprocidade. Conhecer os Mbya é entender que, para eles, a vida e o espírito caminham sempre juntos, tecendo uma história que o tempo não conseguiu desmanchar.
Data: 23/07/2026, quinta
Local: Museu das Culturas Indígenas
Horário: das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00
Vagas: 30 (trinta) por horário
Entrada: gratuita, mediante inscrição
Inscrições: de 16 a 23/07/2026 ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro)
Público-alvo: educadores, linguistas, profissionais da saúde e assistência social, pesquisadores, universitários e ativistas
Classificação: Livre (sugerimos a participação de crianças a partir de 5 ou 6 anos, obrigatoriamente acompanhadas por seus responsáveis)
Informações: (11) 3873-1541
Observações:
- 30 (trinta) vagas por horário;
- as inscrições serão realizadas de 16 a 23 de julho ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
- ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
- apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas;
- ao participar das atividades presenciais do Museu das Culturas Indígenas (MCI), registros fotográficos e em vídeo podem ser feitos pela equipe. O seu uso será exclusivamente para fins de divulgação institucional e promocional do MCI. Caso tenha alguma objeção a essas finalidades, informe nossa equipe.



