de 10 à 23 de agosto
segunda à sexta das 20:00 às 23:00
sábado das 18:00 às 22:00
domingo das 15:00 às 23:59
Praça Joaquim Montenegro, n° 34 - Largo do Sapo, Cubatão - SP, 11505-018, Brasil
Entrada Gratuita

HIPERSENSIBILIDADE SENSORIAL
Libras
Áudio Descrição
A gente pode até ter perdido o hexa esse ano... mas o Brasil continua goleando quando o assunto é cultura! Então já anota aí: de 10 a 16 de agosto a gente vai sofrer junto pelo futebol, na mesma proporção de felicidade por nosso país ser um lugar tão único! A gente tá com uma programação cheia de teatro, música, expositores e muita brasilidade (de outros locais do país)!
Esperamos você no Teatro do Kaos com entrada gratuita e acessibilidade todos os dias. Teremos audio descrição, interprete de libras, tenda de descompressão para pessoas neurodivergentes, distribuição de abafadores e óculos para pessoas com hipersensibilidade sensorial.
De segunda a sexta-feira: Cenas selecionadas de todo canto desse país! Sempre às 20h!
Sábado: As bandas selecionadas farão seu show! A partir das 18h!
Domingo: Savrau Cultural com atrações diversas do suco do nosso país e encerramento com uma roda de samba! Também teremos atividade Formativa 1: Confecção de iluminação teatral alternativa com Fabiano Di Melo, Atividade Formativa 2: Pesquisa criativa na confecção de figurinos com Éder Lopes e Atividade Formativa 3: Sensibilidade da criação de trilhas autorais com Ju Navarro! A partir das 15h!
E ps: sábado e domingo vai ter uma feira de expositores mostrando sua arte BR!
Cia. Los Puercos - CENA: À margem CIDADE: São Paulo SINOPSE: Duas figuras mascaradas, trabalhadoras sem nome e sem rosto fixo — mas que carregam os traços de tantas Marias, Josés e Joãos — enfrentam a lógica cruel do tempo cronometrado, da escassez e da exploração. Em um espaço de trabalho precário, onde até as necessidades mais básicas são medidas pelo relógio, elas resistem com o corpo, o riso e o jogo. Sem falas, mas com gestos potentes, a cena revela, através da máscara e da comicidade crítica, as engrenagens perversas do sistema que marginaliza vidas inteiras. É o início de uma pesquisa que une o teatro social da Cia. Los Puercos à tradição da máscara expressiva. | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Coletivo Histeria - CENA: Histeria Feminina CIDADE: Cubatão SINOPSE: Partindo de uma linguagem poética, citando a mulher desde a gestação e o nascimento, a narrativa constrói uma relação humanizada entre mãe e filho como símbolo de criação, abrigo e entrega. Ao longo da obra, o discurso se rompe e passa a abordar a visão histórica sobre o corpo da mulher, trazendo o conceito de histeria: termo originado do grego hystéra, “útero”, utilizado durante séculos para justificar o controle e a inferiorização feminina. A cena então se transforma em denúncia, expondo relacionamentos abusivos, misoginia e a violência sofrida por mulheres que, mesmo sendo responsáveis por gerar a vida, continuam sendo culpabilizadas e destruídas.
GRUPO CRIARNOMIA - CENA: "Seja la qual for o pouso" CIDADE: São Vicente SINOPSE: A história de um artista em um momento de espera, sentado à beira de uma estação, aguarda a chegada de um trem. Nesse intervalo suspenso, ele mergulha em uma jornada emocional e introspectiva, revisitando pensamentos, sonhos, medos e lembranças que moldaram sua trajetória. | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
Bordallo Cultural - CENA: Fome de quê? CIDADE: Santos SINOPSE: Do que realmente temos fome? Em um mundo de caos e ilusões, "Fome de quê?" nos convida a desvendar nossos mais íntimos desejos. Com 25 anos de pesquisa, a artista nos entrega um espetáculo de pura comicidade física e mágica, totalmente sem texto, onde cada gesto e truque nos leva a uma reflexão urgente: quem sente fome, a fome – em todas as suas dimensões. Prepare-se para uma experiência visualmente impactante, construída integralmente com cenografia e adereços de papelão, que vai sacudir suas percepções sobre o que é verdadeiramente essencial. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Lipari - CENA: Workshop Antropoceno: mapa acrônico da destruição ou colapso sensorial do sistema Terra CIDADE: Cubatão SINOPSE: O corpo do artista torna-se o epicentro de um colapso sensorial. Entre palavras-conceito que se enredam em sons sintetizados, a voz ecoa no microfone como um rastro de pensamento que se dissolve. Enquanto o verbo tenta se organizar, uma densa névoa química toma conta do espaço, consumindo a silhueta do performer. É o retrato do humano sendo soterrado pela própria atmosfera que criou: um emaranhado de ruído, fumaça e a urgência de dizer o indizível. Esta performance integra o processo de pesquisa do espetáculo ANTROPOCENO, dirigida por Douglas Lima e com atuação de Lípari, e investiga, por meio da cena, as tensões entre humanidade, tecnologia e colapso ambiental. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos
Coletivo Teatrê - CENA: E ESSE TAL DE INSPETOR? CIDADE: São Vicente SINOPSE: Em uma pequena província da Rússia, durante o século XIX, um prefeito e seus representantes se apavoram ao receberem a notícia que um tal de inspetor está vindo da capital para fiscalizar seus serviços, tudo vira uma grande confusão quando todos confundem um viajante que está de passagem na cidade com esse tal de inspetor. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos
Equipe Plataforma - CENA: Sabor Santista CIDADE: São Vicente SINOPSE: A partir das memórias do paladar de Luiz com Z, as fofocas faladas por sua mãe, sua avó, são narrativas recontadas e mantidas vivas pela oralidade do ator. A equipe Plataforma apresenta no solo, fragmentos da caminhada do Major Quintino de Lacerda, e demonstra que existe também, militância no prato. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 10 anos
Coletivo Payaso Sem Teto - CENA: Tresloucados CIDADE: Uberlândia-MG SINOPSE: Com seu discurso filosófico e poético. Em meio a frases, muitas vezes sem sentido. A cena Tresloucados é inspirada em figuras negligenciadas pela sociedade. Ela analisa questões sociais e permite que o espectador possa repensar a loucura de cada um, inclusive a dele. Confessemos logo, a coisa é fatal! CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos
Huma Cia. de Teatro - CENA: Miséria CIDADE: São Paulo SINOPSE: Uma mulher judia prepara sua fuga silenciosa. Mãe e Filha medem palavras onde não há medida para a fome. Mulheres ouvem vizinho ser preso por escutar ideias proibidas. Nesse recorte de cenas de Brecht, um retrato da miséria humana discute a sua real causa: mais do que a falta de dinheiro, a falta de dignidade. Somos verdadeiramente miseráveis quando deixamos de ser humanos. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Coletivo Morada - CENA: Piccolo - Concerto de pequenas coisas CIDADE: Brasília/DF SINOPSE: Piccolo - concerto de pequenas coisas convida a plateia a reencontrar as maravilhas preservadas nas coisas pequenas de quando também se era uma coisa pequena. Uma cena de teatro de objetos que brinca com a redescoberta da maravilha que mora na simplicidade, na fragilidade e na pequenez dos objetoscotidianos, que são orquestrados para musicar. | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Cia. Teatral Saga - CENA: Vazios Programados CIDADE: Praia Grande/SP SINOPSE: “Vazios Programados” é uma cena sem sinopse, com certa complexidade. Ela vai perdendo a própria semântica, justamente porque é um exercício sobre narrativas, narrativas da vida, narrativas de um palco. Ela tem uma malcriação em relação ao mundo de hoje, onde todos nós somos enquadrados, e aceitamos ser enquadrados, seja pela tecnologia, pelas corporações, pelos governos, pelos nossos vícios. Ela lida com narrativas esquivas, essas que ninguém consegue pegar na mão. Um texto que você não sabe sobre o que é. Escritas assêmicas, sem semântica. Ela vai na contramão da pessoa que vai ao teatro para sentar e ouvir algo. Quase um contra-ataque em relação ao mundo de hoje, de uma nova frenologia, que fala que cada pessoa é de um jeito, que cada pessoa é tal coisa, que cada pessoa tem que falar tais palavras. | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Coletivo Desordem - CENA: Cumpadi Cordel CIDADE: Cubatão/SP SINOPSE: “Cumpadi Cordel” é um experimento cênico que mistura teatro, música e leitura de cordéis para contar histórias do dia a dia de povos que vieram de várias regiões do nordeste para passarem sua vida em Cubatão e as suas experiências formando a cultura da cidade. A peça começa com o encontro de dois vendedores de cordel que, entre provocações e rimas, entram numa disputa pra ver quem conta a melhor história. A partir disso, o público vai sendo levado por diferentes histórias e pontos de vista. Ao longo do espetáculo, aparecem personagens que poderiam ser qualquer um de nós: gente que trabalha muito, cuida da família, enfrenta dificuldades, ri e fofoca. São histórias contagiantes, engraçadas e cheias de verdade. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 10 anos
Cão Sem Plumas - CENA: Andaleço CIDADE: Santos/SP SINOPSE: Andaleço é uma montagem cênica que investiga o esgotamento do corpo contemporâneo diante da vida urbana, marcada pela aceleração, pela lógica tecnológica e pela exigência constante de produtividade. A partir de uma pesquisa corporal e dramatúrgica, a cena busca tornar visíveis as marcas desse tempo sobre o sujeito: a automatização dos gestos, o desgaste da percepção, a falha da linguagem e o distanciamento progressivo entre corpo, natureza e sensibilidade. Entre a cidade, a ruína, a lama e o bicho, a obra constrói uma experiência poética e imagética sobre colapso, erosão e transformação, apostando numa encenação enxuta, mas de forte densidade estética e conceitual. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
TEP - Teatro Experimental de Pesquisas - CENA: A FLOTILHA CIDADE: Santos/SP SINOPSE: Com o nome A FLOTILHA, tratando como assunto e foco de interesse temas de emergente importância, como as mudanças climáticas e o desequilíbrio do planeta, a fragilidade dos povos originários brasileiros frente aos avanços especulativos, a demarcação das terras indígenas, os conflitos geopolíticos e suas ações excludentes, o racismo em toda a sua extensão, a violência contra a mulher e a crescente onda de feminicídios no país, entre outros de igual relevância e urgências de abordagem, o presente trabalho se desenvolve alicerçado como um produto de Teatro de Grupo, buscando como forma e estética para sua montagem a dialética e expressão do Teatro Denúncia, em que os atores, em permanentes estásimos, são as ferramentas faladoras e provocadoras das reflexões com as falas objetivadas. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
Cão Sem Plumas - CENA: Pobre Criatura CIDADE: Santos/SP SINOPSE: Pobre Criatura é uma peça que atravessa as fissuras da memória, da infância e da violência silenciosa que habita as relações humanas. Entre bonecos fragmentados, máscaras e corpos em cena, três corpos em um — faces de uma mesma existência partida — em um percurso marcado por delicadeza, ruptura e estranhamento. Nesse universo de afetos feridos e identidades despedaçadas, uma presença oculta surge como força opressora e desestabilizadora, tensionando os limites entre proteção, medo e sobrevivência. A obra constrói uma atmosfera sensível e inquietante, onde o grotesco e o poético se encontram para revelar aquilo que, muitas vezes, permanece oculto: a fragilidade da criatura humana diante de um mundo que a molda, fere e transforma. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
Grupo Jurubebas de Teatro - CENA: Papisa Joana CIDADE: Manaus/AM SINOPSE: Um casal de contadores de história se une para explorar a misteriosa lenda da Papisa Joana, uma mulher que, segundo a tradição, teria assumido o trono papal. A partir de elementos da cultura popular, utilizam narrativas, toadas e símbolos para refletir sobre o poder e o papel das mulheres na história. Assim, o conto ganha vida, conectando o passado ao presente de forma lúdica, divertida e popular. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Coletivo É Só Isso - CENA: Titia CIDADE: São Paulo/SP SINOPSE: Enquanto Titia tem raiva, ainda sem saber do que, seus sobrinhos estão antecipadamente preocupados com as preocupações que podem preocupar. Desta forma, a linda família vive a harmonia do caos. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
Tião Mansur - CENA: Polar CIDADE: Belo Horizonte/MG SINOPSE: Uma massa polar atinge Belo Horizonte, instalando um pesadelo no apartamento empoeirado de Cícero Fadlalla, um retratista extremamente “friorento”. Entre fotos e lembranças do passado, ele contrata o jovem e inexperiente fotógrafo Nelson, de modo a levar adiante uma misteriosa tradição de família. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos
Coletivo É Só Isso - CENA: Facada CIDADE: São Paulo/SP SINOPSE: "Facada" é uma história real. Através de uma paródia com "auto ficção", a cena relata a tentativa de assassinato que o ator Mau Moreira sofreu. Os personagens que permeiam o incidente aparecem de forma caricata e "bufônica", dentro de uma perspectiva confusa do que pode ser uma experiência de quase morte. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos
Matheus Smith - CENA: Três Porquinhos na Encruzilhada do Morro CIDADE: Belo Horizonte/MG SINOPSE: Na favela Encruzilhada, Dandara, uma jovem negra e dedicada estudante de Direito, enfrenta uma ameaça devastadora à sua carreira e à segurança de sua família quando um policial corrupto invade sua vida. Seus irmãos, Jorge e Matias, são arrastados para um confronto violento que expõe segredos de família. Em meio ao caos e à opressão, a capoeira e os rituais ancestrais emergem como poderosos símbolos de resistência. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA:16 anos
Moç - O Moç é um coletivo artístico da Baixada Santista que utiliza o rap como ponto de partida para criar experiências que atravessam música, estética e vivência. Formado por criadores independentes, o grupo construiu ao longo dos anos uma identidade própria marcada pela versatilidade sonora, presença de palco intensa e uma simbologia forte ligada à “luz verde”, elemento que se tornou assinatura de seus shows. Surgido em 2017 dentro do cenário underground, o Moç rapidamente se destacou como uma das forças do rap caiçara, levando sua energia para palcos, eventos e espaços culturais da região. Mais do que um grupo musical, o Moç se consolidou como um movimento — uma filosofia que conecta liberdade, caos, harmonia, loucura e reflexão em uma mesma linguagem artística. Com shows marcados por alta intensidade e forte conexão com o público, o coletivo também expandiu sua atuação para além da música, criando eventos, projetos culturais e iniciativas de formação artística na Baixada Santista, fortalecendo a cena local e incentivando novos talentos. Para o Ocupa Cena, o Moç apresenta um show de 20 minutos que percorre suas principais músicas e traduz sua identidade em quatro facetas: Caos, Loucura, Harmonia e Reflexão. A performance propõe uma experiência dinâmica e imersiva, alternando momentos de energia crua, experimentação sonora e conexão sensível com o público. Mais do que um show, o Moç entrega uma vivência: um convite para sentir, questionar e atravessar diferentes estados através do ritmo e da poesia. Nem A nem B. Somos o Ç.
Drio - Pocket Show - Amefricanas: Neste show em voz e violão, Drio apresenta a ótica de mulheres afroamericanas e indígenas, com suas línguas, estilos, temas e histórias variadas. O nome do espetáculo faz referência ao neologismo criado por Lélia Gonzalez, antropóloga brasileira que em 2026 completaria 91 anos. Artista: Multiartista, professora da rede municipal de Praia Grande, graduada e licenciada em geografia pela Universidade de São Paulo. Realiza atividades como compositora, cantora, pintora, poeta, roteirista e editora de audiovisual desde 2022, quando ganhou o concurso de poesia do Sarau das Ostras. Já lançou 4 EPS (24 faixas), e 6 clipes. Desde 2023, já se apresentou em São Paulo e municípios da Baixada Santista. Em 2024 foi uma das finalistas no Prêmio Sonora TS, com o clipe de “Com a poeira”, na categoria Mina. Em 2025, foi contemplada pela PNAB para realizar o projeto de música “Amefricanas”, com apresentações em 2025 e 2026, e outro de documentário audiovisual sobre arte e educação entitulado “Com as suas palavras”, em fase de finalização. Classificação indicativa: Livre
Sam Balanço - Sam Balanço é o primeiro projeto solo de Sam Faiad, através de Jorge Ben Jor e com influências de Bebeto e Ed Lincoln foi inspirado a construir sons que nunca ouviu vindo de artistas da atualidade. Com sua sonoridade irreverente, esse ano Sam se juntou ao percussionista Gabriel Negreiros e juntos, os dois guiam esse projeto que mistura ancestralidade e a essência única baseada no gênero sambalanço, sem perder a originalidade. Classificação indicativa: Livre
Underpants - A banda feminina de rock autoral Underpants retorna em 2024 após 16 anos, com a proposta de reforçar o rock como espaço de expressão, resistência e protagonismo feminino. Formada originalmente em 2005 na cena independente da Baixada Santista, o grupo volta com integrantes 30+, trazendo para a música vivências de maternidade, trabalho e cotidiano. Classificação indicativa: Livre
Vertuno - Meu nome é Vertuno, tenho 25 anos e sou músico/ artista alternativo de São Vicente (SP). Minha sonoridade caminha pelo emo e rock alternativo com letras que falam sobre minha vivência pessoal e sobre questões de saúde mental também. Faço parte da cena idependente, participando de eventos (como no SESC, APOLGBT e alguns outros desde 2020 até 2026) e também integrando um coletivo, onde além de tocar, contribuo na organização e construção de espaços culturais. Sou também artista visual e curso serviço social na UNIFESP, acredito que minha formação e meu trabalho com a arte se unem e resultam em quem eu sou e em tudo que hoje tento construir nos espaços. Classificação indicativa: Livre
Matheus D’art - Matheus D’art é cantor, compositor, instrumentista e diretor musical cubatense. Desenvolve um trabalho autoral que transita entre a canção brasileira e a música instrumental. Atuou como diretor musical do espetáculo Nunca Foi Sobre Amor, de Joana Chaves, no trabalho solo de Preta Jô e nas peças "Passagem – Uma Cena de Teseu", "Como Dar Um Tiro?", vencedora do prêmio de Melhor Trilha Sonora no Festival de Teatro de Salto (SP). Também é músico nas peças "Onde Está o Guará?", do Coletivo 302, e "Homem na Estrada" de Jezuz Pereira. Integra projetos como Folie e um Groove Kaysara, Arrudea, Baile do Mar e Trio Canoa. Formou-se técnico pela Escola Técnica de Música Ivanildo Rebouças da Silva e cursou Bacharelado em Música na UNESP. Classificação indicativa: Livre
O Último Banco do Bar - Formada na Baixada Santista, a banda encontra inspiração nos encontros cotidianos, nas histórias compartilhadas entre amigos, nas inquietações da vida adulta e nos pequenos acontecimentos que conectam as pessoas. Seu nome faz referência àquele lugar discreto de um bar onde as conversas costumam durar mais do que o planejado: um espaço de escuta, troca e construção de vínculos. Musicalmente, o grupo transita entre o rock alternativo brasileiro, a música independente contemporânea e diferentes influências que atravessam gerações, criando uma sonoridade que combina guitarras, melodias marcantes e letras que dialogam diretamente com a experiência humana. Suas referências passam por nomes da cena independente nacional e internacional, sem abrir mão de uma identidade própria construída a partir de seu território e de suas vivências Classificação indicativa: livre
Coletivo Valsa pra Lua - Espetáculo: Calma e Constância SINOPSE: Duas moradoras de Cubatão, interior de SP, são obrigadas a repensar suas expectativas diante de uma mesma cidade. Calma se despede de sua casa e se prepara para ser realojada. Constância, por sua vez, acaba de retornar para sua cidade natal em busca de emprego e não encontra o lugar onde passou sua infância, descobrindo todas as injustiças sociais e ambientais que o progresso tem proporcionado a seu território. Em meio a esse caminho de busca pelo seu próprio espaço, as duas se cruzam.
de 10 à 23 de agosto
segunda à sexta das 20:00 às 23:00
sábado das 18:00 às 22:00
domingo das 15:00 às 23:59
Praça Joaquim Montenegro, n° 34 - Largo do Sapo, Cubatão - SP, 11505-018, Brasil
Entrada Gratuita

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